segunda-feira, 19 de agosto de 2013
confusão!
domingo, 11 de agosto de 2013
Você caiu do céu, um anjo lindo que apareceu...
Aí, graças a tecnologia o segundo cara
da jogada, o que te ouviu na festa, o que reparou em você, resolve puxar um
assunto e emendar com um convite pra sair. Bom, não era dele que você queria
receber um convite, mas mesmo sem ler seu manual, parece que mais uma vez, o
cara normal, acertou em cheio. Te chamou pra comer, te chamou pra comer peixe.
Sensacional. Eu vou, claro que vou. Assim me distraio um pouco, converso com
alguém que está de fato interessado em mim. Não vou ficar com ele, sei me
controlar. Vou deixar claro que não to afim, que não dá. Ops, não deu. Clima
propício, só vocês dois, cenário bucólico e romântico, cervejas no sangue e ele
consegue te dar bons motivos pra ficar com ele. Ele quer ficar com você. E você
sabe disso desde o momento que ele te olhou entrar no carro. Você não queria
tanto, mas acaba cedendo. Está triste, magoada, e ele ta ali, levantando teu
ego e te dizendo o quanto você é linda e interessante e inteligente e o quanto
ele te "considera". terça-feira, 6 de agosto de 2013
Entrega!
Garanto a vocês que é mais seguro pular num rio de pedras do que se entregar a uma pessoa.
Vou postar o trecho de uma mensagem que recebi ontem a noite e que me comoveu bastante.
Acho muito pouco provável que o autor da mensagem chegue a ler isso aqui, então lá vai...
"Tentei colher informações a seu respeito de uma maneira bem sutil e fiquei muito impressionado. Você não é indiferente pra ninguém. Todos tem uma opinião a seu respeito, seja boa ou ruim, mas tem. E o que eu extrai de tudo isso é que você não faz questão de agradar qualquer pessoa, mas se entrega pras pessoas que te agradam. Você se entregou pra mim, faltou braço"
Um ótimo dia! Vou fazer desse blog uma rotina :)
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Amor!
quarta-feira, 27 de março de 2013
Enlaçando
"Odeio a maldade das pessoas! Odeio os nós que se criam, sim isso mesmo, NÓS. Laços são lindos, coloridos, fofos! Criar laços é maravilhoso. Mas tem gente que insiste em atar um nó, nó cego que só se desfaz com faca ou tesoura. Nós são feios, grosseiros! Crie laços, não nós. A gente viveria melhor sem nós. Peixos!"
terça-feira, 26 de março de 2013
Don't think twice it's all right
Pois bem, é estranho escrever como se estivesse escrevendo para alguém, sendo que ninguém mais vem ao meu blog.
Mas esse é um post para anunciar o meu retorno a isso daqui!
Esse ano merece um dedicação especial e muita escrita...
Para recuperar tudo o que não escrevi em 2012 vou ficar postando algumas coisas que escrevi no facebook e achei legal. Dai eu indico a data pra não ficar muito bagunçado.
Bom, é isso, eu voltei! hehe
sábado, 4 de junho de 2011
Só desejava campina, colher as flores do mato
segunda-feira, 28 de março de 2011
"Mas as ondas não têm hora, morena...
quarta-feira, 23 de março de 2011
Ela jura que tem um coração...
quarta-feira, 16 de março de 2011
Lágrimas e chuva!
Eu gosto de chorar, eu sempre gostei de chorar, pra falar a verdade. Choro nem sempre é sinônimo de tristeza e sorriso, definitivamente, não é sinônimo de felicidade. A felicidade, pelo menos a minha, está em coisas tão pequenas, simples e imperceptíveis aos sentidos dos insensíveis que eu mesma nem sei se sou capaz de sorrir todas as vezes que me sinto realmente feliz, mas sei que sou capaz de chorar todas as vezes... que me sinto só! E sei que me sinto só sem necessariamente o estar, assim como sei que nem a melhor das companhias me impediria de chorar em um dia realmente triste.
Meu sorriso não passa de uma máscara, assim como essas usadas no carnaval, assim como é usado no carnaval. Ora, quem é que não sabe sorrir? Mas se quiser eu elenco várias pessoas incapazes de chorar, do contrário só ganhariam o Oscar os comediantes. Chorar sim é difícil, embora sofrer seja fácil. Chorar é o mesmo que se entregar ao sentimento, e para se entregar a felicidade não basta sorrir. Vejam bem, eu não quero retirar de ninguém os sorrisos ainda que falsos, aiinda que fantasiosos, ainda que mascarados. Todos querem estar com quem sorri, e são os sorridentes que ensejam nos outros histórias para contar, são os sorridentes também que viram motivo de inveja. Mas ninguém nunca parou pra pensar que talvez a grama do vizinho seja mais verde porque ele a rega todos os dias com lágrimas, enquanto você sorri em seu quintal. E se eu digo isso, é porque sorrio todos os dias no elevador enquanto me debruço sobre minhas plantinhas na varanda.
Não é questão de revolta sem causa, de reclamação sem motivo e muito menos se trata de um possível medo de sorrir. É simplesmente uma saudade de tudo que não viveu, uma vontade do que ainda tem por vir e uma necessidade do que já se perdeu. São cheiros, músicas, coisas, lugares. As lágrimas escorrem quase que sem querer, e isso é sentir e isso sim é viver. Tudo bem que como diz a melhor amiga, qualquer beliscão me põe aos prantos e qualquer depilação me faz quase desistir de ser mulher, mas até isso, até essa aparente fraqueza esconde algo de proporções imensuráveis. A questão vai além de simplesmente não querer pular no carnaval. Aqui, sentada, sem ninguém por perto ou ao lado, tenho respeitado o meu direito de solidão. Ali, pulando, no meio de toda aquela multidão, tenho disfarçada a minha doença, a minha exacerbada carência. Entre elogios, beijos e abraços eu só consigo perceber um enorme vazio, quase como se eu fosse insaciável e eu inclusive já ouvi isso algumas vezes.
Sim, eu quero experimentar todas as coisas, mas não pelo fato de ser incapaz de me satisfazer com algo e sim pelo fato de ser incapaz de me desfazer de algo, de me desfazer de alguém. Eu sei, é besteira falar hoje em dia que eu seria capaz de guardar em mim todos os momentos, mas eu seria, eu sou, eu guardo. E se você estiver lendo isso agora, não, eu não sou hipócrita. Embora eu me arrependa de muitas coisas eu te guardo em mim e são nessas horas que eu faço como todas as outras pessoas, são nessas horas que eu coloco as lembranças ruins sobre as boas para poder exercer um controle sobre os meus sentimentos. Eu não te apago de mim com borracha, eu rabisco e faço algo por cima disso. A minha memória não me permite te esquecer, então a única coisa que eu ainda posso fazer é usá-la contra você pra te odiar, pra lembrar não das vezes que brincamos de polly na escola e sim de quando você me trocou por novas amigas. Em 19 anos eu venho aprendendo a manipular a minha memória, tudo o que eu queria agora era estar fazendo trilha no seu carro amarelo com uma garrafa de vodka de frutas vermelhas, olhando pra lua e pensando ter encontrado algo pra chamar de amor eterno, já que todos tem que encontrar. Eu queria que junto com o tumor que os médicos arrancaram das suas costas, eles tivessem levado todas as coisas ruins que você fez comigo. E eu queria, no seu caso, conseguir te odiar pelo mal que me fez ao invés de te amar incondicionalmente pelo bem que nem é assim tão grande quanto nos meus cálculos. E se ela entendesse que apesar de tão diferentes somos tão iguais, talvez brigaríamos menos e sorriríamos mais. Eu só preciso parar com a minha mania de fazer tudo pelos outros achando que um dia vou ser reconhecida sem que seja preciso eu gritar. Eu queria que você sentisse a minha falta o tanto quanto eu sinto a sua e eu queria que você acreditasse em metade das coisas que você já me disse, biscoito. Eu entraria na sua toca quantas vezes fosse preciso, só pra um dia poder te chamar de leãozinho e admirar seus cabelos vermelhos. Eu escreveria novamente todas as cartas de amor, sem tirar uma palavra e sem corrigir os antigos erros de português, eu te chamaria de novo de melhor amigo, ainda que você ativasse o sleep. Eu só penso em uma pessoa quando ouço Oasis. Eu queria de volta o meu melhor amigo da quinta série ou o chatinho massagista do Mônaco. Eu queria o pluft fantasminha e todas as estátuas vivas.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Equílibrio
Ser equilibrada, correndo o risco de parecer narcisista, é fazer loucuras nos fins de semana, chegar às seis, sete ou oito da manhã, beber todas caso não esteja dirigindo e, na segunda-feira sentar-se na primeira carteira, ouvindo a respiração de cada professor para garantir um lindo boletim para mostrar aos pais.
Equilibrio é comer mc donalds, pizza, bob's, maças, bananas, sucos !
É funcionar em picos, também. É pairar entre os extremos. É chorar desesperadamente, rir até sentir dores abnominais e debochar o quanto for possível da cara de quem quer que seja. \
São equilibrados aqueles que não se importam tanto com o que os outros vão pensar, mas que tem a preocupação mínima de não ferir os próximos com atitudes desnecessárias.
E tem gente que é equilibrada até no tom da pele, no tipo do cabelo e nas medidas do corpo. Nem pretinha nem branquela, nem liso nem cacheado, nem gorda nem magra...
Ser equilibrada inclui fazer pilates de manhã e jogar bola meia noite. Inclui troca de tapas e beijos em questão de segundos e, inclui ainda querer sempre evitar qualquer tipo de confusão ou atrito embora seja, muitas vezes, esquentada.
É gostar de ver T-O-D-O-S felizes, sorridentes, bem. É querer o bem do outro, independentemente de quem ele seja. É querer o mal também, vez ou outra. HAHA.
É ser louca, alucinada por crianças, é aguentar birrar, gritos e choros sabendo que não há nenhuma criatura no mundo capaz de fazer sorrir tanto quanto uma criança.
Equílibrio são domingos de praia mesclados com domingos na casa da amiga estudando, a tarde inteira.
Equilibrio é não ser nunca, em hipotese alguma, radical. É reconhecer que todo radical é burro, justamente por ele não permitir que outros lhe influenciem o pensamento.
É ser extremamente auto-confiante, a ponto de incomodar alguns. É botar fé em si mesmo, acordar quase sempre de bem com a vida e imaginar que os dias ao passarem só tendem a ser melhores. É transpirar alegria e pedir paz.
Enfim, é por essas e outras que eu tenho uma balança nas costas... Sopesando fogo e água de maneira um tanto quanto desequilibrada.
domingo, 8 de agosto de 2010
Referente a citação anterior.
Só hoje, talvez por ser dia dos pais, é que eu cheguei a conclusão de que reciprocidade e amor estão sim relacionados mas que um é consequência do outro e não sua causa, ou seja, não se ama alguém só por essa pessoa te amar em troca, mas, ao se amar uma pessoa exatamente como ela é e por ela ser desse jeito, aí sim, ela pode te amar de volta. (ou não)
Então amar sem esperar nada em troca pode levar à sonhada reciprocidade.
Com tudo isso, eu não quero dizer nem que te amo, nem que não espero nada em troca e nem que tu me ama de volta. Eu só queria registrar esse momentos dizendo que um dia eu espero que a gente se ame verdadeiramente, e não como costumam se amar por aí. Como já cantava cazuza, "eu quero a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida, nós na batida no embalo da rede, matando a sede na saliva". E eu acho que a minha tranquilidade, a minha paz, a minha sorte e o meu sossego podem estar em ti.
Enfim...
quinta-feira, 8 de julho de 2010
s2
Antonie de Saint - Exupéry
terça-feira, 22 de junho de 2010
Desabafos.
Desculpa mas eu tenho a memória muito boa, de fato. E, quando eu to triste eu pareço uma bola de neve, eu procuro sempre ficar ainda mais triste pra depois quem sabe me alegrar, o fato é que nesse choro repentino eu lembrei de algumas coisas que tu me disse.
(...)
Acontece que da mesma forma que tu odeia discussões eu também odeio gostar tanto de pessoas. Eu odeio transformar pequenas banalidades em algo importante, e eu odeio mais ainda quando transformam algo importante em pequenas banalidades, eu odeio me importar com coisas bestas, mas me importo. E não, eu não quero mudar isso. É a minha única maneira de medir sentimentos alheios.
(...)
Eu, como diz minha mãe sou muita dada. É mais facil eu gostar de primeira do que desgostar, então quando eu desgosto não é à toa. Assim como não é à toa a minha cara de desgosto. Assim como eu não entendo quando tu me perguntas: “o que foi?” já sabendo a resposta.
(...)
Eu sou amável, eu sou legal, sou fofa e divertida, eu sou carinhosa, eu sou inteligente, eu sou muito inteligente e, apesar de ficar linda de qualquer forma como tu diz, quando eu choro a minha cara fica feia, meus olhos ficam vermelhos e minha boca fica inchada. Eu posso ser fofa quando faço bico, ou quando bufo, mas eu sou incrivelmente mais linda quando to morrendo de rir. E tu diz não gostar de me ver chorando, nem eu gosto que tu me veja chorando.
Sinceramente acredito que esteja me comportando perfeitamente bem.
(...)
Eu acredito que tu goste de mim embora isso seja bastante difícil algumas vezes, eu to a alguns meses tentando te sacar, tentando saber como tu é, mas às vezes eu me pergunto se tu mesmo já te sacou e se tu mesmo sabe como tu és.
(...)
e antes de partir meu coração tu já tava com o teu próprio coração partido e talvez vazio... Eu não sou massinha de modelar, e nunca preenchi buracos e não sou a professora do amor pra te ensinar o que é gostar de novo de alguém.
Eu não queria estar te falando isso, talvez tenha doído ou não. Se doeu essa era a intenção. Eu não gosto do que eu to fazendo mas parece ser a única forma de chamar a tua atenção e de dizer que algo ta errado. Eu já te mostrei várias vezes que eu sei ser mal criada, que eu sei dar cortes, que eu sei falar coisas pra te deixar calado, que eu sei te deixar com raiva. Algumas vezes eu nem consegui nada com isso, existem coisas que não te incomodam mas que ME incomodam e mamãe sempre me ensinou A NUNCA dizer pra ninguém o que eu não gostaria de ouvir. Tu talvez sinta prazer fazendo isso com as pessoas, mas eu não sinto. Eu me sinto mal.
(...)
e, garanto que eu conseguiria colocar tudo isso na minha pasta "lixeira" caso tu tivesse dito algo capaz de substituir. Aí eu fico lendo a minha música e arrancando umas frases dela pra colocar nos meus "arquivos", depois eu leio as mensagens antigas que tu me mandava e que eu tenho anotadas num caderninho... Mas ainda assim são as cruéis que marcam, de uma maneira absurda, talvez por elas serem maioria. E a maioria costuma vencer, quase sempre. Outro dia eu disse que te obedecia, hoje já acho que isso seria uma loucura. Já imaginou se eu interpretasse ao pé da letra o teu "então me larga" ou se eu chegasse a conclusão de que de fato "somos muito diferentes e são diferenças incompatíveis" ou então se eu seguisse o tão falado amor romântico, tema de livros e filmes no qual um é loucamente apaixonado pelo outro? Para isso teria que simplesmente deletar o teu "eu não te amo, desculpa mas eu não consigo te amar" ainda que tu escreva corretamente, leia tal e tal livro e seja boa de cama, "tu gosta de mim muito mais do que eu gosto de ti".
É, talvez além de tudo tu seja manipulador. Mas eu também sou, ou pelo menos eu já fui até me apaixonar por ti.
sábado, 19 de junho de 2010
Patriotas?!
Não só com a emoção que contagia o mundo inteiro ou com o sofrimento notável de determinadas seleções que dão o sangue para garantir uma vaguinha pelo menos nas quartas de final.
Esse ano foi ainda mais especial que os outros. A copa sendo realizada na Africa é de fato algo inebriante. O sentimento daquele povo de estar sediando um campeonato mundial de futebol, de estar recebendo pessoas do mundo inteiro de poder ter a oportunidade de divulgar uma cultura e uma história marcada também por vitórias e por alegrias. Isso é sem dúvida incrível.
Não pra todo mundo, eu precebo. Para o Mc Donald's por exemplo não é.
Cá entre nós, existe algo mais rídiculo do que os Estados Unidos estarem entres os "sanduiches campeões"? Fala sério, mesmo não entendendo nada de futebol sei que eles nunca nem ganharam uma copa e suponho que nem pras finais tenham ido. Mas enfim, a concepção de CAMPEÃO é muito distinta para algumas pessoas.
Enfim, não estou aqui para falar da minha alegria de ver a África como sede da copa e nem da minha revolta para com os outros países ou o sistema capitalista. Ate porque em termos de patriotismo os Estados Unidos partem na frente, ate demais eu diria porque acabam ficando cegos. Que seja.
Esse post na verdade é pra tratar do Brasil e desse falso patriotismo brasileiro que só é visivel e paupável de quatro em quatro anos.
Eu não falo só a respeito de nós não termos amor a bandeira, ou de não usarmos verde, azul e amarelo o ano inteiro até porquê isso é meio brega. Eu falo a respeito de ser patriota mesmo, de amar e valorizar o país não só com os gols do jogadores mas principalmente com o suor derramado que a gente ainda se dá o trabalho de reclamar e falar "joguinho de merda". Falo a respeito de valorizar a cultura nao so do futebol, valorizar a musica, valorizar a arte.
Falo a respeito de valorizar os jogadores INDEPENDENTEMENTE das condições na qual eles se encontrem.
Falo a respeito de valorizar as cinco estrelas que temos estampados na camisa da seleção e de vibrar com cada passe de bola, na derrota ou na vitória sem ficar com essa mania insuportável de colocar a culpa em algo ou em alguém.
Quero desde já declarar minha admiração por Dunga. Ele é um fofo.
E declarar também minha admiração por Maradonna, e me matem se quiserem. To achando lindo a maneira com a qual ele ta tratando a seleção, não como um chefe ou um lider e sim como um HERMANO.
E já que é pra fazer declarações, quero declarar o meu amor por Ronaldinho, não pelo Ronaldo Gaúcho e sim pelo Ronaldinho, pelo MEU verdadeiro Ronaldinho, pelo FENÔMENO. Porra, imagina se tu simplesmente fosse adorado por toda uma torcida, por todo um país e devido a um problema no joelho que o futebol te trouxe tu perdesse toda a glória e inclusive o próprio nome. Aí me vem um jornalista imbecil chamar ele de gordo. Poorra, ele tá gordo sim mas ele fez mil cirurgias em cada joelho, díficil manter a forma não?!
Achei um absurdo quando me dei ao trabalho de ler a época que trata sobre os jogadores, a principio fiquei emocionada por ter uma página inteira pra ele, em seguida quase choro quando vi o leve "porém, mas, no entanto". Não existe mas, porém ou no entanto. Ele é fenônmeno, ele é o jogador que mais fez gols em copa e PONTO. Não tem que ter, "mas ele ta gordo", "mas ele comeu travesti" "mas isso ou aquilo". PORRA. me revolto.
Enfim, tenho que voltar a copa, na qual ele não está incluído e isso eu acho justo afinal ele de fato não tem condições para uma copa do mundo mas que por favor isso não anule tudo o que ele já fez, o que isso gente?
Vamos torcer, no real sentido da palavra.
Vamos vibrar, nos emocionar.
Isso foi mais um desabafo.
Beijos, jogo domingo com cerveja e amendoins.
domingo, 13 de junho de 2010
Retorno.
Durante esses meses estava eu, muito feliz, cursando o segundo período.
Não, não é coincidência. Esse período me tomou de fato muito tempo.
Além da faculdade, muitas outras coisas aconteceram de marcante na minha vida.
Esse post não é nada de mais. Só estou anunciando a minha volta a ninguém que lê os meus posts.
Enfim, beijos e queijos.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Argh.
Tive uma semana punk de provas na faculdade, todos os dias desde segunda-feira. Acordando às oito da manhã, dormindo depois de meia noite, vagando pelos corredores daquela undb e me enchendo de taças de café e copos de suco de laranja com clube social.
Final de semana, eba. Eba é uma ova. Minha sexta terminou uma merda. E apesar de haver estado com muitas pessoas era como se eu não estivesse com ninguém. Sabado a tarde inteira fazendo uma prova de 90 questões super estressante e cansativa. Papai aqui. Era pra ser legal caso ele não fizesse questão de me mostrar que eu não sou prioridade.
Holiday com mamãe e namorado, festinha de criança, queria docinhos mas fiquei só com as jujubas. Queria abraço, tive que me contentar com o pinguim.
Domingo ainda pior, prova ainda pior, não deu tempo de responder as últimas 15 questões. Que fique claro que odeio o flamengo e os flamenguistas. Por conta deles eu fiz minha prova ao som de fogos de artificio e "vencer, vencer, vencer". Aí fui chutando entre C de chatice, e E de enfurecimento.
E ainda sou julgada incompreensiva.
Ainda bem que Alice entre uma gofada e outra é capaz de me entender. Que fique claro que amo bebês, e que Alice é ainda mais amável que qualquer um dos bebês que existem.
Amanhã é meu último dia de aula, espero. Prova de filosofia e ainda não estudei nadinha. Mas qualquer coisa eu parto da ideia de Marx que afirma que os seres humanos são estudados a partir de conflitos e contradições e que, quando não há conflitos, há algo de errado.
Decidi também não estudar. Me dedicarei a piscina e ao sol.
Pretendo passar a semana me divertindo com Almodóvar, durante esses últimos dias foi o que me deixou mais feliz. :D
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Se quer chegar rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá em grupo.
Como já diziam os meninos do tráfico, a realidade da vida é que o bagulho é doido. E olha que é mesmo. O ano está no fim e com ele se vai uma série de metas alcançadas, uma série de sonhos não realizados, uma série de tempo desperdiçado em besteiras ou em muitissimo estudo. Se vai também o primeiro de dez períodos da faculdade, e isso me deixa bastante feliz.
Tá tudo bem que só são cinco meses, e que nem tem como se fazer um estrago tão grande, mas sei lá to feliz, satisfeita comigo mesmo, realizada e coisa e tal. Eu sei, eu sei, é só um período e é só o primeiro mas eu tenho o direito de estar feliz, não?
To começando a acreditar que esses dias sem dormir, essas inumeras canecas de café sem açucar, essa tosse alergica e essa vista cansada estão valendo as pena.
É muitissimo bom ser reconhecida pelo próprio esforço, e não é querendo bancar uma de politicamente correta, nerd, cdf ou qualquer coisa do gênero, mas sei lá acho que seria muito chato receber um 10 que não fosse meu, que não fosse pelo meu esforço, pelo meu estudo, pelas minhas pesquisas e pelas minhas horas de sono perdida. Claro que aqueles que utilizam da esperteza possuem ótimos argumentos, afinal de contas não é nada saudavel cultivar olheiras, desabotoar o sutiã e sentir caimbra nas nadegas correndo o risco ainda de tirar um 8. Mas é como eu disse pra um amigo meu que largou o curso no oitavo periodo, tudo o que passou, ficou na cabeça, e mesmo parecendo papo de pai, isso é a pura verdade.
Não, eu não lembro a leis dos gases, não lembro as formulas do trabalho e muito menos os conceitos de relevo, chuvas orograficas e derivados. Aquilo tudo não foi conhecimento adquirido, foi apenas conhecimento absorvido e depois expulso. Assim, como uma esponja seca, que absorve a agua e depois a expulsa, voltando a estar seca.
Ok, entendam que não consigo quase digitar.
Acho que já passou da minha hora.
:D
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Agora eu era o rei...

quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Todos los dias...
Tá, eu não levo isso tão a sério. Poderia gastar certo tempo definindo algumas caracteristicas minhas, mas pra mim isso sempre foi bastante complicado e simples ao mesmo tempo. É que eu acredito que as pessoas são mutaveis, mudamos de acordo com as fases da lua, com as notas que tiramos na escola ou na faculdade. Mudamos de acordo com o nosso ciclo de amizades, com os lugares que frequentamos, que frequentavamos e que jamais imaginariamos que frequentariamos. Mudamos nosso estilo de roupa de acordo com revistas ou com novelas, e aquelas das que são contra modinhas e ditaduras de beleza (eu) acabam mudando o estilo se esse vira moda. Mudamos a cor do cabelo, o comprimento, a cor das unhas, o comprimento.
Dessa forma, acho que a única coisa um tanto quanto imutavel em mim é a minha adoração pelas letras, pelas palavras e coisa e tal e o fato de eu falar falar e falar o tempo inteiro. Só que se autodefinir de maneira diferente a cada semana é um pouco complicado. E bastante mal interpretado.
Por isso que não gosto de ler biografias, acho todas elas falsas e mentirosas. Começar a escrever sobre a vida de alguém depois que o mesmo já passou dos 40 ou já está a 7 palmos do chão é algo que eu considero intrigante e ao mesmo tempo incrivel. Admiro os escritores de biografias, eles conseguem transformar pessoas de verdade em personagens de contos de fada ou historinhas de terror. Uma biografia para chegar perto de boa precisaria ser escrita inicialmente pelos pais, posteriormente pelos irmãos e pelas "tias" da escola, depois pelos amigos da adolescencia, companheiros de trabalho, de cama, de estudos, de farras. Pelo chefe, pelos funcionarios. E, por aí vai... Uma só pessoa não é capaz de conhecer completamente a outra, exceto no caso de alguns gemeos, é tai...
O papo não é esse, mudo de assunto, gosto de roxo.
Acho que se um dia eu escrevesse um livro, só mesmo eu e alguns dos meus entenderiam. Eu trato textos como conversas cotidianas, um assunto puxa o outro que leva a mais algum e de repente passamos de botões à flores. (e não botões de flores)
Infelizmente também é dessa forma que funcionam as brigas, como se fosse uma bola de neve que vai ficando cada vez maior, e cada vez mais pesada, aí vai destruindo tudo pelo meio do caminho, e quando chega lá embaixo mata, na maioria das vezes, o amor.
Eu lembro que outro dia, num desses meus passeios pelas livrarias eu vi um livro de auto ajuda (odeio) cujo titulo era: "não faça tempestade em copo d'agua". Tá, talvez o que tenha escrito lá dentro não seja de todo uma grande porcaria, e muitas pessoas acreditam nessa "filosofia de vida" inclusive minha mãe e terceiros que me cercam.
Ora, nunca vi coisa tão imbecil. Pensem comigo, uma tempestade em um copo de agua vai no máximo quebrar o copo, afogar algumas formigas que rondavam por ali e lambuzar um pouco a superficie no qual estava. Entratanto quais são os danos de uma tempestade em um oceano? Ela, assim como a bola de nove, destroí tudo, inclusive o amor.
Outro exemplo um tanto mais facil de ser aplicado: Você odeia ser cutucado, e de repente teu amigo te cutuca... Mas, pra quê tempestade em copo d'agua? Ele é seu amigo lê seus pensamentos saaaaaaaaaaaabe que voce odeia ser cutucado então melhor não falar nada. Tá.
Aí ele repete isso outra vez, e depois outra, e outra. E você, leu o livro, ouviu a mamãe e sempre mantém a calma. A não ser que você seja um Gandhi vai chegar um momento em que o simples "cutuque" do individuo vai assemelhar-se a um soco, e é nessa intensidade (na de um soco) que você revidará. Ou no minimo vai chamar ele de idiota e dizer "porra eu odeio que me cutuquem seu filho da mãe e tal e tal". Parabéns, você não fez tempesatade em copo d'agua, apenas iniciou uma discussão que vai terminar com um "porra tu lembra que em 1908 tu me disse que não gostava do meu cabelo?".
Tudo isso poderia ser evitado se você dissesse, "ei cara, eu não gosto que me cutuquem". Simples e suave como uma tempesatade em copo d'agua. Se ele repetisse, você repetiria. Não espere que as pessoas tenham memória tão boa quanto a sua...
Trate todos aqueles que repetem bobagens como crianças inocentes. "não coloque o dedinho na tomada que dá choque", "não coloque o dedinho na tomada que dá choque", "não coloque o dedinho na tomada que dá choque". Das duas uma, ou ele vai entender, ou vai levar um choque. Caso aconteça a segunda opção, não vai rolar tempesatade alguma, bola de neve alguma. Ele sabe que foi avisado, sabe que fez a coisa errada e vai haver no maximo um doce pedido de desculpas.
To acostumada a ser taxada de reclamona, de estressada e de tal e tal... Mas no fundo isso é bom, assim é bem dificil alguém conseguir de fato me magoar. Eu trato de informar a quem quer que seja, onde pode e onde não pode enfiar o dedinho fazendo algumas tempestades em copos de agua.

